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Atletas e amadores disputam o Raia Rápida na despedida do Estádio Aquático Olímpico

 

Festival Raia Rápida

Estádio Aquático Olímpico

Se me dissessem: “Ana, você vai ao Estádio Aquático Olímpico competir na mesma piscina que Michael Phelps.”

Eu teria que me beliscar mil vezes até acreditar. Mas não é que aconteceu? Fui disputar a Raia Rápida neste último domingo, dia 25 de setembro, no templo do esporte olímpico do Rio.

Competição Raia Rápida

A competição foi dividida em diversas baterias de 50 metros nado livre e qualquer um poderia participar. Quem não quisesse mergulhar na piscina, também poderia ver o espetáculo do lado de fora… bastava levar duas latas de leite em pó.

Disputei minha bateria com outras oito meninas e senti a emoção de estar ali, no meio do Estádio Aquático Olímpico que recebeu lendas como Michael Phelps. Foi dada a largada, mergulhei na piscina e foram os 37 segundos e 78 centésimos mais rápidos da minha vida. Como sou super competitiva, não consegui parar pra prestar atenção no fundo da piscina, na plateia do lado de fora, no barulho da torcida, tampouco na voz do locutor. Fui o mais rápido possível e terminei na quinta colocação da bateria, o que me assegurou o primeiro lugar na minha categoria (21-29 anos).

Vibrei e aproveitei cada segundo no lugar mais alto do pódio. Receber a medalha de ouro, no mesmo local que outros tantos atletas olímpicos receberam, era algo surreal.

Desafio Raia Rápida

Caiu a ficha, descansei da prova e aproveitei pra pegar um lugar privilegiado para assistir à disputa da Raia Rápida para os profissionais. O Brasil mandou ver com a equipe formada por Bruno Fratus (nado livre), João Junior (peito), Henrique Rodrigues (costas) e Henrique Martins (borboleta). Mesmo a equipe norte-americana, composta pelo campeão olímpico dos 50m livre, Anthony Ervin, não chegou aos pés do time brasileiro. Fomos muito bem, tanto nas provas individuais, quanto nos 50m medley, chegando à frente da África do Sul, segunda colocada.

fotoatletas

 

Apesar de o desempenho brasileiro ter deixado a desejar nos Jogos do Rio, o Desafio Raia Rápida deu um gostinho de ouro, no último ato do Estádio Aquático Olímpico. De qualquer maneira, esse templo que viu as últimas braçadas de Michael Phelps como profissional, vai deixar saudades.

 

foto parque

 

Ana Luiza
Jornalista e corredora em quase todas as horas vagas. Sou eclética. Daquelas que ama correr, mas que também tem uma queda pelos treinos de força na academia. No meu dia cabe de tudo um pouco: Trabalho, treino, esporte, viagens e vida social. Por isso, o espaço aqui vai ser tudo junto e misturado. Afinal, o equilíbrio é a alma do negócio.
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Ana Luiza
Jornalista e corredora em quase todas as horas vagas. Sou eclética. Daquelas que ama correr, mas que também tem uma queda pelos treinos de força na academia. No meu dia cabe de tudo um pouco: Trabalho, treino, esporte, viagens e vida social. Por isso, o espaço aqui vai ser tudo junto e misturado. Afinal, o equilíbrio é a alma do negócio.